terça-feira, 24 de maio de 2011

Petição

PETIÇÃO PELO INDICIAMENTO DOS CRIMINOSOS CAÇADORES DE ONÇAS E OUTROS ANIMAIS EM EXTINÇÃO E PROTEGIDOS POR LEI NO BRASIL.
http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoAssinar.aspx?pi=P2011N9593
www.peticaopublica.com.br

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Abaixo assinado: contra o uso dos beagles e outros animais.



A universidade Unisul, em suas faculdades de medicina, vem usando animais em disciplinas como técnica operatória. Na faculdade da Grande Florianópolis, começou-se a usar ratos e coelhos, e na faculdade de tubarão, há anos usa-se cães da raça beagle para esse fim. A UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina possui um biotério com 250 cães beagles, além de outros animais. Mas a substituição dos animais por métodos alternativos no ensino é perfeitamente viável, uma vez que existem inúmeros recursos tecnológicos eficazes, como maquetes que simulam o organismo humano, programas de computador interativos, além da observação e prática direta em pacientes humanos, sob cuidadosa supervisão de professores. Graças a esses recursos, a maior parte das faculdades de medicina (entre outros cursos) dos Estados Unidos, Itália, Alemanha e Inglaterra já aboliu o uso de animais. No Brasil, esse processo já começou também e, em agosto de 2007, a faculdade de medicina do ABC (SP) tornou-se a primeira a substituir totalmente os animais. Por tudo isso, reivindicamos que as faculdades das universidades da Grande Florianópolis (Unisul, UFSC, Udesc e Univali) parem de usar animais e implementem o uso de métodos alternativos no ensino, esclarecendo aos alunos a necessidade dessa mudança. 

autora: Giovanna Chinellato

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Que eu não perca

Fazendeiro tinge ovelhas de laranja para evitar furtos


Se essa moda pega...

O roubo dos animais cresceu em cerca de 500% recentemente no país.
John Heard diz que nos últimos dois anos, cerca de 200 de suas ovelhas desapareceram. Cada animal custa entre 100 e 150 libras (entre R$ 280 a R$ 400).
Sua tática parece estar funcionando, já que, desde que começou a tingir as ovelhas, no ano passado, não teve nenhuma roubada.
Veja o vídeo.
 


DA BBC BRASIL 

Suspeita de maus-tratos provoca briga no Centro de Itajaí


Populares agrediram um homem no Centro, sexta-feira, por suspeita de maus-tratos contra animais. De acordo com a Polícia Militar, ele levava o cão em uma coleira e empurrava uma moto. Pessoas que viram a cena o acusaram de estar arrastando o cão.
O homem agredido é Gilsomar Vicente Pereira, adestrador de animais. Ele disse que o cachorro é da irmã dele e está doente. Quando foi visto supostamente arrastando o cão, ele o estava levando ao veterinário:
– É um cão que nunca tinha andado na guia e é preciso puxar para que ele caminhe. Quando passei por um ponto de mototáxi, homens que estavam ali me chamaram de monstro e me bateram, mesmo eu dizendo que sou adestrador.
Todos foram parar no Batalhão da Polícia Militar. Pereira assinou um Termo Circunstanciado e foi liberado, assim os demais envolvidos na confusão. Uma ONG de proteção animal foi chamada e o cachorro voltou para a casa da dona. À noite, Pereira registrou Boletim de Ocorrência contra os agressores.
Após a confusão, todos foram parar no Batalhão da Polícia Militar (Foto: Marcos Porto)
Após a confusão, todos foram parar no Batalhão da Polícia Militar (Foto: Marcos Porto)

domingo, 15 de maio de 2011

Síndrome da Ansiedade de Separação


A veterinária Mariana Paz Rodrigues dá dicas de como cuidar do seu animal de estimação
No passado, os animais eram criados com muito mais distanciamento dos donos do que hoje em dia. Basicamente, os cães cuidavam da casa e os gatos caçavam ratos e recebiam apenas restos de comida e água. Hoje em dia, a situação é outra, os laços afetivos entre pessoas e animais de estimação amplificaram-se, levando esses animais a serem considerados parte importante na vida das pessoas. Produtos específicos para cuidados de higiene, alimentação e saúde têm sido desenvolvidos e as pessoas se preocupam cada vez mais com o bem-estar de seus animais.


Dessa forma, é importante que vocês saibam que a convivência muito próxima aos familiares pode levar seu animalzinho a desenvolver uma síndrome comportamental, chamada Ansiedade de Separação (AS), quando, por algum motivo, este animalzinho precisa ser deixado sozinho ou ficar afastado do dono por algum tempo, ou até mesmo quando a rotina diária dos membros da família muda e o animal passa a receber menos atenção. Importante nesses casos é estar atento aos sinais clínicos decorrentes do estresse, que incluem: vocalização, comportamento destrutivo, urinar em locais inadequados, hipersalivação, vômitos, depressão, mania de arrancar os pêlos de determinada região do corpo, até o desenvolvimento de lambedura psicogênica, que é quando o animal se lambe insistentemente até provocar feridas graves. Como se pode perceber, é uma enfermidade grave que reduz a qualidade de vida dos animais, gerando o abandono e até mesmo a eutanásia.


Para evitar este quadro e que os bichinhos sofram todo este transtorno emocional, pode-se realizar tratamentos preventivos (por exemplo, antes de uma viagem rápida) ou permanentes (como no caso das mudanças de rotina, onde o animal precisará ser mantido na situação estressante indefinidamente). 


O tratamento visa promover o conforto do animal ensejando calma durante a ausência do proprietário, através de modificação do manejo comportamental e intervenção farmacológica. Atualmente, a medicina veterinária tem avançado muito nessa área e dispomos de várias opções de tratamentos que vão desde os medicamentos ansiolíticos alopáticos tradicionais, até o uso de medicamentos homeopáticos, florais, fitoterápicos e acupuntura. Então, se você desconfia que seu animalzinho possa estar sofrendo da síndrome de Ansiedade de Separação, procure a melhor alternativa de tratamento junto ao seu médico veterinário e relaxem!
 

Criado por biólogo, software 'poupa' rãs nas aulas práticas


O biólogo Francisco Cubo Neto desenvolveu um software didático que substitui a utilização de rãs em aulas práticas. Foto: Antoninho Perri/Unicamp/Divulgação

O biólogo Francisco Cubo Neto desenvolveu um software didático que substitui a utilização
de rãs em aulas práticas
 Foto: Antoninho Perri/Unicamp/Divulgação
As 20 rãs que morreriam a cada ano nas aulas práticas de fisiologia e bioquímica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) podem respirar aliviadas. Para poupar os anfíbios de serem dissecados por alunos de Medicina, Ciências Biológicas, Enfermagem e Educação Física, o biólogo Francisco Cubo Neto, desenvolveu um software didático que se mostrou mais eficaz que o corpo dos animais para avaliar os reflexos medulares mediante estimulação química e mecânica.
O programa Fisioprat simula o mesmo procedimento feito em rãs de forma interativa e sem a necessidade de sacrificar o animal. O software foi desenvolvido por Neto em seu mestrado, voltado para a criação de materiais didáticos, que teve a orientação do professor Miguel Arcanjo Areas. "Fizemos um levantamento dos animais que eram usados em aulas práticas e constatamos que havia o uso de rãs e camundongos. A partir daí decidi criar um material que pudesse ser usado no lugar dos anfíbios", afirma.
Preocupado com a eficácia do material, que deveria servir como prática dos conteúdos teóricos, Neto criou animações que simulassem a rã e também acrescentou textos de apoio e questões de estudo de caso. "A compreensão do conteúdo é fundamental e, até então, não existia outra forma de demonstrar o mecanismo a não ser utilizando o modelo animal. Por isso, me preocupei em colocar mais informação", diz o biólogo, que contou com a sugestão de diversos professores do Instituto de Biologia da universidade.
Além disso, também foram incluídos estudos de casos, explicações sobre o procedimento e feedback em relação às ações do aluno. Por fim, por meio de imagem gráficas são feitas as incisões no animal. "Essa é uma das principais vantagens do Fisioprat, o fato de o aluno poder realizar o experimento mais de uma vez", afirma.
Para avaliar o nível de aprendizado do software, Neto realizou um teste com quatro turmas de cursos oferecidos pela Unicamp. Os 127 estudantes de Biologia, Medicina e Enfermagem fizeram a aula teórica normalmente e em seguida foram separados em dois grupos. O primeiro grupo realizou a aula prática tradicional e o segundo participou do estudo com o Fisioprat. Ao final das aulas, todos os universitários responderam um questionário sobre o conteúdo estudado. Os resultados apontaram que o mecanismo desenvolvido por Neto cumpre seus objetivos e ainda é mais eficaz, já que as notas mais altas foram observadas no grupo que utilizou o programa e não as rãs de verdade.
Para o biólogo, isso ocorre por dois motivos. "No Fisioprat, os estudantes trabalham em dupla. Já na aula com animais eles estudam com uma rã para cada dez pessoas. Além disso, no software são os alunos que manuseiam e controlam o procedimento, e com os anfíbios eles somente observam o que o professor faz", explica.
Atualmente, o Fisioprat está em processo de patenteamento e neste ano o uso de rãs será extinto da Universidade de Campinas. Em seu doutorado, Neto planeja desenvolver um programa que substitua os camundongos.
Fonte: Cartola - Agência de Conteúdo - Especial para o Terra