Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Diabete: este mal também afeta o cão

Esta doença tem maior ocorrência em animais com mais de 6 anos de idade.

O surgimento de sinais clínicos que levam a crer que o animal seja diabético exige que sejam feitos exames adicionais. Caso a doença seja diagnosticada, o tratamento é baseado no uso de insulina e dieta específica.

Fonte: Portal da Cinofilia

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

CONVULSÃO EM CÃES E GATOS


Aprenda a lidar com a convulsão em cães e gatos






Crise é causada por alterações cerebrais decorrentes a infecções ou por motivos hereditários, podendo levar os pets à morte se não controlada

Muitos donos de cães e gatos podem ser surpreendidos ao saber que seu amiguinho apresenta crises convulsivas. O problema acontece por uma alteração nos impulsos nervosos cerebrais. Existem muitas causas que podem levar a essa alteração, como infecções bacterianas ou virais, alterações no fígado ou rins, hipoglicemia, degeneração cerebral, neoplasias, inflamação cerebral ou das meninges, traumas, intoxicação, dentre outros.

Um animal em crise convulsiva deve ser levado imediatamente ao hospital veterinário, não sendo apropriado que o dono tente tratá-lo em casa, pois se trata de uma situação de emergência, onde os minutos valem ouro. Inicialmente, a convulsão deve ser contida com a ajuda de medicamentos. Após a estabilização do quadro inicia-se uma detalhada avaliação clínica e neurológica além de exames complementares para tentar encontrar a causa das crises convulsivas.

Por isso é indicado no mínimo 48h de internação para estabilizar as convulsões e observar se haverão novas crises convulsivas, pois caso ocorram o veterinário estará atento para medicá-lo e controlar a doença. Para evitar sustos, é importante realizar anualmente uma avaliação clínica e um check up no caso de animais jovens, enquanto os idosos devem repetir o procedimento semestralmente.

Uma vez diagnosticada alguma doença que predisponha as convulsões, a sintonia entre proprietário e veterinário é fundamental para o sucesso no controle da doença. Vale lembrar que mesmo com os exames clínico e complementares normais, alguns animais podem desenvolver a epilepsia idiopática, degeneração cerebral, ou já nascem com alguma má formação, e nestes casos, não há como evitar que as crises aconteçam, mas o fato de fazer um acompanhamento veterinário já faz com que o diagnóstico seja o mais rápido possível, tendo menos danos para a qualidade de vida do cãozinho.

Fonte: PetMag

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Giardia – um mal que afeta ‘principalmente’ os filhotes


A giardíase é um protozoário comum de cachorros e afeta principalmente os filhotes. Para diagnosticar um surto de giardiase em um cão, talvez, seja aconselhável fazer 3 exames de fezes no mesmo, pois os primeiros exames poderão dar ‘negativo’ mesmo que o cão tenha a doença isto porque a eliminação de cistos é intermitente, o que pode gerar resultados falso-negativos quando se utiliza uma única amostra.

Tratamento

O tratamento poderá fornecer um controle eficaz, mas, em muitas das vezes, as reinfestações são comuns, devido à dificuldade em se eliminar a fonte de infecção que poderá estar no ambienta ou no corpo de animais com tal problema.

Uma ingestão de poucos cistos (óvulos) da giardiase é capaz de causar uma grande infecção. Um desinfetante dentre outros produtos de limpeza poderá matar a giardia, enquanto seus óvulos ficarão no ambiente contaminando o cão. Até mesmo o cloro da água não é capaz de destruir estes óvulos que são bastantes resistentes, com isso, o animal poderá ser contaminado com a água que bebe.

Para uma boa desinfetação é aconselhável utilizar produtos a base de ‘armonia quartenária’ que tem a função de destruir tanto o protozoário quanto seus cistos (óvulos).

Fontes de infecção da Giardia

As fontes de infecção mais comuns são água e fezes contaminadas. A transmissão fecal-oral de Giárdia é comum tanto em animais como em humanos; os animais em confinamento podem estar expostos a grandes quantidades de cistos infectantes no material fecal, o qual aumenta as possibilidades de transmissão da enfermidade.

A Giardiase é considerada uma enfermidade emergente, devido à falta de métodos efetivos de controle. Conforme relacionado um dos principais problemas é a contaminação ambiental disseminada. A Giárdia com seu ciclo de vida simples e a capacidade de seus cistos de sobreviver no ambiente, tem permitido que a infecção se converta em uma das mais predominantes enfermidades parasitárias em muitas espécies de mamíferos.

Sinais Clínicos

Os sinais clínicos podem ser severos, mas uma grande parcela dos infectados pode permanecer assintomática, e os animais jovens são os que, mais freqüentemente desenvolvem os sintomas. Os sinais clínicos da giardíase incluem diarréia mal cheirosa aguda, com catarros, gosma, vômito, dor abdominal , desidratação, perda de peso ou redução do ganho do mesmo.
Não existem sinais característicos da giardíase, pois diversas enfermidades intestinais se assemelham a ela, como ocorre com as gastroenterites virais, as bacterianas e as causadas por outros parasitos.Também se assemelha às alergias de origem alimentar, à enfermidade da má-absorção, a gastroenterite induzida por fármacos e as enfermidades alérgicas.

Diagnóstico

O método mais indicado, hoje, para a detecção de Giárdia nas fezes é a Flotação com Sulfato de zinco com centrifugação, um teste diagnóstico econômico e muito eficaz. Um fator importante é a necessidade de utilizar três amostras de fezes, coletadas em dias alternados, ao longo de uma semana. Isto porque a eliminação de cistos é intermitente, o que pode gerar resultados falso-negativos quando se utiliza uma única amostra.


Tratamento

Os agentes quimioterápicos incluem os nitroimidazóis ( metronidazol, tinidazol), furadolizona, benzimidazóis (febendazol, albendazol), entre outros.
O mais comum é que a base do tratamento da giardíase seja eliminar os sinais clínicos associados com a infecção. Nos animais, freqüentemente ocorre a reinfestação, se os cistos infectantes não são retirados do ambiente. Isto implica em uma limpeza e desinfecção profundas sempre que possível, além de assegurar que a água e o alimento não se contaminem com as fezes.

Fonte: Portal da Cinofilia

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Calor = Infestação de pulgas

Pulgas: deixe o ambiente e seu pet longe dos parasitas


Altas temperaturas facilitam a reprodução do inseto, responsável por alergias, verminoses e até mesmo quadros de anemia severa.

Apesar de serem praticamente microscópicas, as pulgas podem causar danos realmente grandes nos animais de estimação. Isso é o que explica o Prof. Dr. Ronaldo Lucas, coordenador da residência médica e da especialização em dermatologia veterinária da Universidade Anhembi Morumbi. O parasita se alimenta do sangue de mamíferos e aves e é responsável pela transmissão de doenças graves como o tifo e peste bubônica nos humanos.

Já em cães e gatos, as pulgas causam, principalmente, alergia, caracterizada por lesões, coceira e vermelhidão no local da picada. Segundo o dr. Ronaldo os donos devem ficar ainda mais atentos durante as estações quentes como a primavera e o verão, que apresentam condições climáticas mais favoráveis para a reprodução das pulgas.

Existem diversas maneiras para prevenir o problema nos animais, sendo a aplicação de anti-pulgas, no mínimo, uma vez ao mês uma das formas mais eficazes. O médico destaca, no entanto, que os gatos são mais sensíveis e necessitam de uma medicação específica. Fêmeas gestantes e filhotes, além de animais doentes ou com feridas também não devem receber medicação sem a prescrição médica.

Pulgas dentro de casa

Filhotes e fêmeas gestantes precisam de prescrição veterinária antes da aplicação de anti-pilgas - Flickr/ CC – sky_mitch
Filhotes e fêmeas gestantes precisam de prescrição veterinária antes da aplicação de anti-pilgas.

O tratamento para o combate dos parasitas é importante pois evita que doenças mais graves ocorram, como viroses e até anemias. Também é comum que animais com pulgas apresentem alterações de comportamento, tornando-se mais irritadiços, nervosos e estressados de tanto se coçar.

Para eliminar a infestação nos ambientes internos é preciso ter cuidados mais específicos, como explica o veterinário. “Se a casa tiver carpete ou tacos, pode favorecer a multiplicação dos parasitas, já que uma fêmea vive 100 dias e pode produzir 12 ovos por dia, portanto, o correto é aspiração ou uso máquinas de vapor frequente”.

Outra forma eficaz de eliminar os insetos do ambiente é a dedetização. Existem empresas especializadas no serviço, mas vale lembrar que eles eliminam apenas as larvas. “O mercado conta com produtos para o ambiente, onde estão os ovos, larvas e casulos de pulgas, mas a aplicação frequente também se faz necessária”.

Fonte: PetMag

domingo, 21 de novembro de 2010

*Vermes do coração*

Dirofilariose (Vermes do coração)


Os cães que habitam as regiões quentes do mundo estão sujeitos a uma doença parasitária causada pela Dirofilaria immitis, helminto que vive, especialmente no lado direito do coração e artéria pulmonar destes animais, bem como dos gatos e carnívoros selvagens.

Conquanto sejam pouco apreciáveis os sinais clínicos, na maioria dos casos, por vezes o mal se revela por tosse seca, respiração ofegante, emagrecimento, inapetência, ascite edema, hemorragia nasal; no estado mais avançado nota-se emissão de urinas sangrentas, febre, fotofobia, ataques epileptiformes e por fim irregularidade cardíaca, tendo como desfecho a morte por asfixia.

Pela necrópcia depara-se com um enorme número de dirofilárias nas cavidades do lado direito do coração e artéria pulmonar.

Nos casos pouco apreciáveis, clinicamente, o exame microscópico do sangue revela os embriões do verme.

Como profilaxia
Deve-se combater certos mosquitos veiculadores do parasita, como stegomya aegypi, o Culex quinquefasciatuas e o Aedes taeniorhyinchus, todos comuns entre nós.

Aconselha-se uma medicação preventiva durante a primavera, verão e outono. Primeiramente o Veterinário realiza um exame de sangue para comprovar se existe a enfermidade, e se ela não existir poderá prescrever uma medicação liquida ou em pastilhas para preveni-la.

Um mosquito portador pica um cão e deposita microfilarias, que circulam pela corrente sanguínea alojando-se no coração para reproduzir-se.

Posteriormente o cão portador é picado novamente por um mosquito não infectado e, desta forma, adquire microfilárias não infectadas, as desenvolve até um estado infeccioso, pica outro cão e o infecta.

Fonte: Portal da Cinofilia

sábado, 20 de novembro de 2010

Avanço no tratamento de câncer em cachorro

Depois de um desenvolvimento significativo da medicina veterinária canina e principalmente dos meios de investigação (scanner, ecografia), os conhecimentos em oncologia animal progrediram muito para chegarem a um grau equivalente ao da medicina humana. Particularmente, do ponto de vista anatomopatológico, as técnicas de diagnósticos se afinaram e o laboratório é capaz de definir o caráter histológico preciso de um tumor e o seu grau de agressividade (“grading”) o que permite adaptar a escolha das terapias e principalmente dar um prognóstico ao problema.

Segundo a medicina veterinária, a idade média do aparecimento do câncer no cão é entre os 6 a 10 anos, na maioria das vezes, são as fêmeas que manifestam esta patologia, o que se explica facilmente pela importância muito grande dos tumores mamários na cadela, tendo em vista que são os tumores mais fáceis de operar.

De acordo com a SOBRACI – Sociedade Brasileira de Cinofilia – as raças mais predispostas ao câncer, são os Poodle, Pastor Alemão, Bóxer, Cocker, Teckel e, em seguida, os Spaniel Bretão, Setter, Yorkshire e Fox Terrier.

No que diz respeito ao tipo de tumor, os tumores mamários são amplamente predominantes, depois vêm os tumores cutâneos, os tumores dos tecidos mesenquimatosos e por fim os tumores do aparelho genital masculino, da boca e do sistema hemolinfopoiético.

“Algumas raças são predispostas a determinados tipos de tumores, é o caso das raças dolicocéfalas (predisposição aos tumores das cavidades nasais), das raças de grande porte (predisposição aos tumores do esqueleto), dos Bóxers (predisposição aos tumores cutâneos) e dos Chow-Chow e Scottish Terrier, predispostas aos tumores da cavidade bucal de tipo melanoma”, informa Eduardo Freire, cinófilo e superintendente da SOBRACI.

A identificação do câncer pode ser muito fácil (este é o caso quando se está diante de um tumor cutâneo bem visível) ou necessitar de exames complementares sofisticados quando o processo tumoral não é identificado imediatamente.

De qualquer forma, diante de qualquer processo canceroso, convém: localizar o processo tumoral, realizar um balanço de extensão do câncer e identificar a natureza histológica do tumor e o seu grau de agressividade, a fim de propor um tratamento perfeitamente adaptado e principalmente um prognóstico permitindo quantificar-se possível a esperança de vida do cão.

Deve-se pensar em câncer diante do aparecimento de lesões ou de massas cutâneas que evoluem rapidamente, sintomas gerais que resistem a terapeuta clássica (vômitos, diarréias), um emagrecimento rápido sem razão aparente ou assim que se observam modificações de forma ou de tamanho de determinadas estruturas.

Em função dos sintomas observados, o veterinário vai se orientar para um certo tipo de investigação (radiografias pulmonares, em caso de anomalias respiratórias, ecografia abdominal quando de palpações de uma massa abdominal, coleta de sangue para explorar perturbações metabólicas).

Uma vez localizado o processo canceroso, a etapa seguinte consiste em realizar um balanço da extensão local do tumor (relação com os tecidos e as estruturas que o envolvem), a sua extensão regional (afetação dos gânglios que drenam a região em questão) e a sua extensão geral a distância (metástases). A aquisição e as novas técnicas de imagens, como o scanner ou a cintilografia por exemplo, permitem realizar um balanço da extensão extremamente preciso. Pode-se assim chegar a uma classificação clínica de tumores idêntica à àquela utilizada para o homem.

Tratamento do Câncer em cachorros
Uma vez estabelecido o diagnóstico do câncer, a decisão de tratá-lo é tomada com o dono em função do prognóstico e do conforto da vida animal. O objetivo é o de ser curativo na medida do possível, e paliativo caso se deseje simplesmente prolongar a vida do cão em boas condições.

O tratamento do câncer em cães pode ser: por cirurgia, radiotepapia, quimioterapia. Tudo vai depender da natureza histológica do tumor e da sua localização – por exemplo será proposta a radioterapia de certos tumores cerebrais não operáveis, a quimioterapia para câncer sistêmico como o linfossarcoma.

A quimioterapia consiste na administração de substâncias que alteram a multiplicação e o funcionamento das células e vão agindo diretamente no tumor. Essas substâncias vão ter efeitos secundários nas células em replicação no organismo (como a medula óssea produtora de glóbulos vermelhos, por exemplo) e levar a uma síndrome anêmica.

A radioterapia utiliza os efeitos físicos da radiação na matéria, esses efeitos levam a efeitos biológicos resultando à morte celular. O objetivo de uma radiação é duplo: a morte das células cancerosas e a proteção das células em torno.

Podemos ser levados a combinar diferentes tratamentos para uma maior eficácia.

Segundo estudos, contrariamente ao que geralmente se pensa, a quimioterapia não faz com que o cão perca todos os seus pêlos e não o torna sistematicamente doente, é até melhor suportada pelo cão do que pelo homem.

A medicina veterinária não se encontra desarmada diante do câncer no cão, e de fato, medicina humana e veterinária trabalham em colaboração em centros especializados a fim de desenvolver novos tratamentos.

Redação Portal da Cinofilia
São Paulo-SP

domingo, 14 de novembro de 2010

7 receitas caseiras para tratar seu cachorro


Os remédios naturais podem acabar com diversos tipos de problemas nos cães, como por exemplo: alergia, pulgas, resfriados, ansiedade etc… Abaixo algumas dicas:
1 – Pulgas: chá de arruda
para repelir pulgas do seu cachorro, pingar uma gota de chá de arruda na pele do mesmo. 1. Sarna Remédio natural: melão amargo (ou melão-de-são-caetano) É necessário fazer o tratamento por três semanas. Dê um banho normal no cachorro semanalmente, secando com toalha e secador. Posteriormente, aplique o suco puro do melão. Deixe agir por 10 minutos (atenção!: o cachorro não pode lamber, é tóxico!), enxágue bem e seque.
2. Aumente a imunidade do seu cachorro Remédio natural: aveia
Se ele estiver adoentado, misture na ração entre 1 e 2 col. (café, chá, sobremesa ou sopa, conforme o tamanho do cachorro). Mas atenção, a aveia poderá ocasionar diarréia no cão! Nesse caso, use o chá das folhas.
3. Acabe com cólicas e desintoxique seu cachorro Remédio natural: água de arroz e chá de erva-doce
A água de arroz ajuda a desintoxicar e o chá alivia cólicas. Lave arroz cru (use de cada vez um copo de água para cada ½ xícara de arroz comum) e separe a terceira passagem da água. Coloque numa seringa sem agulha e dê um pouquinho do líquido várias vezes ao dia. Intercale o remedinho com chá de erva-doce, que alivia as cólicas.
4. Para acalmar cachorros que ficam sozinhos Remédio natural: folhas de maracujá (passiflora)
Numa panela sem tampa, ferva por 10 minutos de 3 a 5 g de folhas de maracujá em 250 ml de água. Quando esfriar, misture esse chá na água que o animal bebe.
5. Espantar parasitas, como pulgas e carrapatos Remédio natural: arruda 
Primeiramente, prepare uma infusão com 20g de folhas de arruda em 1 litro de água quente (sem ferver) e use como a última água de enxágue. Deixe secar naturalmente. Galhos da erva-de-santa-maria sob a cama deles agem como repelente.
6. Cicatrização mais rápida para pequenos machucados Remédio natural: couve Coloque uma folha de couve macerada
Coloque uma folha de couve macerada sobre o ferimento. Mas, se ele insistir em comer o curativo, use o plano B: deixe a couve pra lá e misture 1 parte de tintura de calêndula em 2 partes de água fervida e filtrada e passe no machucado de três a quatro vezes ao dia.


7. Aliviar sintomas de gripes, resfriados e tosses Remédio natural: guaco 

O veterinário já deu o diagnóstico? Então prepare o xarope: ferva 6 folhas picadas de guaco em ½ litro de água, coe, misture o suco de 1 limão e adoce com 3 col. (sopa) de mel puro. Dê 1 col. (de chá, sobremesa ou sopa, conforme o tamanho do bicho), de três a quatro vezes ao dia. Fonte: Elizabeth Estevão, médica veterinária, mestre em homeopatia e professora dos cursos de homeopatia e fitoterapia da Facis-Ibehe.
Fonte: Elizabeth Estevão, médica veterinária, mestre em homeopatia e professora dos cursos de homeopatia e fitoterapia da Facis-Ibehe.

sábado, 13 de novembro de 2010

Proteja cães e gatos do diabete


imirante.com
O dia 14 de novembro é marcado por ações de mundiais de conscientização sobre a prevenção e o controle do diabetes, e assim como os humanos, cães e gatos também precisam de cuidados específicos com relação à doença. Relativamente comum em animais de todos os portes e faixas etárias, o diabetes tem maior incidência em fêmeas de raças pequenas e pode trazer complicações sem o acompanhamento adequado.
Segundo Carla Alice Berl, médica veterinária e diretora do Hospital Veterinário Pet Care, pelo menos uma vez por semana há ocorrência de novos casos de diabetes na clínica. “O índice é alto, por isso é importante ficar de olho nos sintomas e tratar o animal corretamente, já que a doença pode levar ao óbito”, diz.
Em entrevista para o bicharada, a médica veterinária explica a causa, o tratamento e os sintomas do diabetes.
Quais são os sintomas?
O animal passa a beber muita água e perde peso rapidamente. Além disso, pode surgir catarata nos dois olhos (perda da visão parcial). Os gatos também apresentam dificuldade ao andar com as patas traseiras, conhecido como andar de coelho.
Como prevenir a doença?
O diabetes em cães muitas vezes não pode ser prevenido, mas sim retardado, pois existe um fator de predisposição genética para que isso aconteça. Geralmente ocorre em animais obesos ou com disfunções da glândula suprarrenal ou ainda com doenças hepáticas crônicas. Certas raças têm maior predisposição genética, como o poodle, o labrador, o rottweiler, o teckel e o schnauzer. Nos gatos, a doença pode ser prevenida no controle da obesidade e a administração rações ricas em proteína com baixo teor de carboidrato. O diabetes aparece menos em animais que sofrem menos stress e se exercitam bastante.
Qual o tratamento?
O controle da hiperglicemia (aumento da glicose sanguínea) com insulina – na grande maioria dos casos -, correção da dieta, castração nas fêmeas, exercícios físicos, cuidados com infecções secundárias ao diabetes e profilaxia dental. É claro que, se o diabetes for originado por outra doença primária, é preciso tratar todos os problemas do animal.
Fonte: Revista Criativa

sábado, 23 de outubro de 2010

Carrapatos. Um Parasita Que Pode Matar.

Ciclo
O Carrapato Vermelho do Cão, ou Rhipicephalus sanguineus, é a espécie mais comum de carrapato que infesta o animal. Está perfeitamente adaptado às áreas urbanas, podendo ser encontrado no interior das residências em lugares altos, sem umidade e com baixa luminosidade, como em frestas, rodapés, batentes de porta, atrás de quadros e embaixo de estrados de camas.
Eles se escondem em "ninhos" no ambiente para mudar de fase ou para a fêmea iniciar a postura dos ovos. Depois de sair desse esconderijo, procuram o nosso amigo para se fixar e se alimentar.

Doenças que os carrapatos podem transmitir aos cães: 


Em altas infestações de carrapatos, nosso amigo pode ficar anêmico. Isso porque, além de se alimentar do sangue, o parasita traz doenças que atacam os glóbulos vermelhos e brancos.
Erliquiose
É uma doença infecciosa grave transmitida pelo carrapato do cão. Um parasita pica um cachorro contaminado, numa outra fase pica um animal saudável e transmite o agente da doença. Esse agente é uma bactéria do gênero Ehrlichia, sendo a principal espécie a Ehrlichia canis.
A Erliquiose tem três fases: aguda (início da infecção), subclínica (geralmente sem sintomas) e crônica (com infecções persistentes). Procure um Médico Veterinário para orientá-lo adequadamente.
Babesiose
Transmitida pelo carrapato, é uma doença parasitária decorrente de um protozoário, Babesia canis. Ele infecta os glóbulos vermelhos dos cães e multiplica-se. A febre marca o estágio em que essas células são rompidas e os protozoários se deslocam para outras. Procure um Médico Veterinário para orientá-lo adequadamente.
Hepatozoonose'
É uma doença transmitida por carrapatos, causada por um protozoário do gênero Hepatozoon. Procure um Médico Veterinário para orientá-lo adequadamente.
Atitudes


Para os animais:
A Bayer possui uma linha de produtos carrapaticidas para tratar os nossos amigos, como o Advantage® Max3, carrapaticida com tripla proteção, de uso mensal, e a Kiltix®, coleira carrapaticida de longa duração, com ação por até 7 meses. Para banhos no animal, que podem ser feitos semanalmente, a Bayer tem o Asuntol®, sabonete parasiticida.
Para o ambiente:
Em um local infestado por carrapatos, apenas 5% dos parasitas estão sobre os animais e o restante encontra-se no ambiente. No caso do carrapato dos cães, é importante alertar que os principais locais a serem tratados são os lugares altos, como batentes de porta e janela, rodapés, embaixo de móveis e estrados de cama, frestas, muros e paredes.
Recomenda-se utilizar produtos adequados e seguros, sempre ler as instruções que constam nas embalagens, preparar a diluição adequada, respeitar o tempo de isolamento do local tratado. É importante também dar continuidade ao tratamento, principalmente nos períodos de maior infestação. Procure um Médico Veterinário para orientá-lo adequadamente.
Mitos

Muitas vezes acreditamos que nosso amigo não vai ser vítima de parasitas. Naturalmente, as chances são menores quando cuidamos dele com carinho e responsabilidade. Porém, os parasitas têm uma grande capacidade de sobrevivência, por isso é importante conhecê-los bem para poder lidar melhor com o problema.
Veja alguns mitos abaixo:
"Os pássaros e o vento estão trazendo carrapatos."
Os carrapatos não são trazidos pelo vento e a espécie Rhipicephalus sanguineus tem preferência pelos cães. Dificilmente subiriam em aves.
"O carrapato brota do sangue do meu animal."
Os carrapatos são parasitas externos que procuram o animal para se alimentar. Não saem do seu sangue, e sim se alimentam dele.
"Na minha casa não tem grama, por isso não pode ter carrapatos."
Existem os carrapatos que vivem na vegetação, como o Carrapato-estrela, por exemplo. Já o Carrapato Vermelho do Cão prefere lugares altos e sem umidade, por isso o fato do nosso quintal ser cimentado não descarta a possibilidade da existência desse parasita.
"Passei veneno no chão, por isso não tem carrapatos na minha casa."
Como o Carrapato Vermelho do Cão se esconde em lugares altos, sempre devemos focar o tratamento ambiental nas paredes, batentes de portas e janelas, atrás dos quadros, embaixo de estrado de cama e nos muros do quintal. Se tratarmos somente o chão, não atingiremos seus esconderijos.
"Eu moro em apartamento, portanto não tem como ter carrapatos."
Como o Carrapato Vermelho do Cão sobe paredes, nada impede sua sobrevivência num prédio, até porque as áreas internas das residências oferecem condições propícias e esconderijos para essa espécie de carrapato.
"A minha casa é limpa, não tem carrapatos."
Infelizmente produtos de limpeza não exterminam o carrapato. O ideal é usarmos produtos específicos para o Carrapato Vermelho do Cão.
"Usei produto contra carrapatos, mas eles estão reaparecendo após 15 dias."
Os carrapatos que estão aparecendo não são os mesmos que estavam no animal antes do tratamento. Todos os dias, tendo condições climáticas favoráveis, novos parasitas sairão dos esconderijos e procurarão o hospedeiro. Portanto, para um controle efetivo dos carrapatos, é importante tratar tanto o animal quanto o ambiente.
"O meu animal de estimação não pode ter carrapatos porque se tivesse estariam subindo nas pessoas que vivem na residência."
O Carrapato Vermelho do Cão raramente sobe em gatos e em seres humanos, tendo preferência pelos cães. Já o Carrapato-estrela pode parasitar qualquer espécie animal, incluindo o homem.
Fonte: Bayer Pet

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Medicamento manipulado: por que usar?



Ainda novos no Brasil, produtos são versáteis e atendem as necessidades de cada paciente peludo


Quem já tentou dar um comprimido para seu cachorro ou gato sabe como é um verdadeiro tormento fazer o bichinho engolir a medicação. Há quem recorra a truques, como envolver o remédio em um bolinho de carne moída, por exemplo, mas nem sempre dá certo.
Para os que já estão cansados de tanto malabarismo na hora de dar o remédio para seus animais já existem formas alternativas que prometem acabar não só com o problema do comprimido, mas ainda do gosto ruim dos remédios. Ainda pouco conhecida no Brasil, a farmácia de manipulação para animais tem oferecido alternativas específicas para cada tipo de paciente.
De acordo com a farmacêutica Kalima Trento, da DrogaVET, os medicamentos manipulados são aqueles preparados individualmente para cada paciente. “Como as doses são determinadas por quilo de animal, cada bichinho precisa de um medicamento diferente do outro. A manipulação entra justamente para tratar cada paciente”.
Ela explica ainda que com os remédios manipulados é possível escolher desde o gosto da medicação ao seu formato. “Além das cápsulas já conhecidas por todos, há tambémbiscoitos palatáveis, pastas orais, xaropes e suspensões orais, todos flavorizados de acordo com a preferência do animal a ser atendido”.
Dentre os sabores salgados mais pedidos estão bacon, carne e frango, enquanto para os que preferem um gostinho mais doce, também são disponibilizados sabores como chocolate, morango e até banana. Vale lembrar também que no caso de pacientes com alguma restrição, como os diabéticos, é possível o desenvolvimento de fórmulas livres de açúcar.

Versatilidade e bom preço


Além das formas farmacêuticas orais os remédios manipulados possuem ainda uma outra vantagem: podem ser utilizados em fórmulas de uso externo, como explica Kalima. “Temos shampoos, soluções otológicas (para o ouvido), géis, pomadas, entre outros, cuja eficácia é a mesma dos industrializados”.
E para garantir a segurança dos produtos é sempre bom que o dono se certifique que a farmácia disponha de um farmacêutico que cuide da supervisão dos produtos, norma exigida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
É bom lembrar ainda que não há contra-indicações para o uso de medicamentos manipulados, bastando apenas que o dono peça ao veterinário a receita adequada do remédio a ser produzido pela farmácia de manipulação.
Para finalizar, Kalima explica que por não haver desperdício do produto, e ainda a possibilidade de associar duas ou mais drogas na mesma fórmula, os medicamentos acabam saindo mais baratos. “O proprietário compra a quantidade exata suficiente para aquele tratamento, evitando assim sobras”.
Fonte: Pet Mag

domingo, 29 de agosto de 2010

CINOMOSE....AQUI NÃO!


Depois da perca de um aumiguinho em comum (Dog Leo), recebi sugestão do Bóris Lamaison de Santa Maria R/S, para abordarmos um assunto que causa verdadeiro pânico quando mencionado – CINOMOSE -- .Sabemos o quanto é importante repassar as informações sobre a saúde dos animais para que eles vivam melhor.

Bóris em sua poltrona predileta.



CINOMOSE...AQUI NÃO!

Fidelidade, companheirismo, amor. Essas são palavras comuns quando se fala sobre cachorros.

Considerados os mais íntimos amigos que homens e mulheres podem encontrar no mundo animal, os cães também adoecem e precisam da atenção e do carinho de seus tutores de maneira irrestrita. É nessa hora que se revelam os verdadeiros "pais e mães" dos pets. E a cinomose, doença contagiosa causada por um vírus e que pode levar à morte, atua como um divisor de águas no relacionamento indivíduo x bicho de estimação.

Qualquer cachorro, em qualquer idade, pode ser contaminado. E o contágio ocorre de inúmeras formas. As mais freqüentes são a roupa das pessoas e secreções como catarro, urina e fezes de um cachorro doente. Para identificar a doença, os tutores devem ficar atentos aos olhos e ao nariz de seus cães. Caso apresentem uma consistência mais densa e cor mais amarelada que o normal, melhor procurar o veterinário. "Muita gente tem mania de achar que toda doença animal é besteira. Isso é complicado porque quanto maior o tempo sem diagnóstico correto, mais difícil o tratamento e maiores as chances de seqüelas aparecerem", explicou o veterinário Victor Fernandes.

Apesar de freqüente, a doença pode ser facilmente evitada com a vacinação correta. "O melhor tratamento é a prevenção. Por ser uma doença de fácil contágio, é muito importante que as pessoas se lembrem de vacinar os animais anualmente. A vacina canina não é como a humana. Todo ano, o processo deve ser repetido", ressaltou Fernandes. Uma vez instalada no organismo, a cinomose tem tratamento extenso, com uso de antibióticos e antiinflamatórios, além de um suporte neurológico com doses de vitamina E e B. "Já houve um tempo em que 90% dos cães com cinomose apresentavam seqüelas. Hoje, com os avanços da medicina veterinária, esse número caiu para 60%. O mais importante, porém, é diagnosticar a enfermidade no início".

INTERNET

- Os tutores dos cachorrinhos, contudo, não estão sozinhos na luta contra a cinomose. Vários sites trazem informações sobre o assunto e notícias de novos e eficazes tratamentos. Existe, inclusive, um portal exclusivo sobre a enfermidade com dicas e um mural de depoimentos onde os proprietários de animais doentes podem trocar experiências. O Orkut também possui comunidades com essa finalidade. As principais dicas encontradas nos relatos são positivas, incentivam a acreditar que o tratamento dará certo e que não se deve abandonar ou sacrificar os animais que apresentarem seqüelas, entre elas a paralisia, paresia (dificuldade de locomoção dos membros inferiores), movimentos involuntários e falta de coordenação.

RECAPITULANDO

  • A cinomose é uma doença em cachorros:
  • Sistêmica, ou seja, pode atingir vários órgãos
  • Altamente contagiosa
  • Causada por um vírus

Quais são os sinais de cinomose?

  • Perda de apetite
  • Falta de coordenação
  • Vômito e diarréia
  • Febre
  • Apatia

Cinomose tem cura? Como se trata?

  • O tratamento, após diagnóstico de cinomose confirmado por exame de laboratório, pode ser bem difícil.

De que seu cachorro vai precisar:

  • Orientação de médico veterinário
  • Água
  • Dieta leve
  • Medicamentos
  • Muito carinho e atenção de você

Como Prevenir

  • As vacinas contra a cinomose em cachorros não são todas iguais. As mais tradicionais do mercado contêm vírus vivo atenuado (popularmente conhecidas por vacinas V10) e são utilizadas há muitos anos. Recentemente foram desenvolvidas tecnologias mais modernas para a imunização de seres humanos e animais com a máxima segurança e potência: as vacinas recombinantes.
  • Os filhotes de cachorros já podem ser vacinados a partir de 6 semanas de vida, mas essa indicação deve ser feita pelo médico veterinário.
  • Cachorros doentes, subnutridos ou parasitados devem ser tratados antes de receber a vacina.
  • É recomendado que os filhotes permaneçam protegidos, longe da rua e do contato com animais de histórico vacinal desconhecido, ou mesmo não vacinados.

Os cachorros devem ser revacinados uma vez ao ano contra a cinomose

Consulte sempre seu veterinário. Ele é a melhor pessoa para determinar o programa de vacinação ideal para seu animal de estimação.

Fonte: Petsbr, Diário de Pernambuco, Merial